Andam todos excitados com aquilo. O acontecimento do ano. Todos os portugueses já andam a planear a pratada de caracóis. As cervejas e os tremoços. Os finais de tarde a ver a bola no verão depois de chegar da praia. Já temos as vuvuzelas e as bandeiras que herdámos de outros campeonatos e agora ela diz que não vai? Sem ela não será a mesma coisa. Não é possível. Tem algum jeito? Estávamos todos a contar com ela lá no estádio. A vibrar e de mãos no ar para depois sair e comer a sua bifana (ai, não, isso é ali na 2ª circular). Que bicho é que lhe mordeu? Não percebe a falta que faz a sua presença no campeonato? Só em Portugal, muita gente vai mudar para os "morangos com açúcar" se ela não for. Angela Merkel faz falta. Mas ela já disse que não vai assistir aos jogos do europeu na Ucrânia. E mais, porque ela não é de ameaças leves, se ela não vai os ministros também não vão em forma de protesto pela prisão de Timoschenko. Não há tremoços para ninguém. Fiquemos nós também pela praia que lá ao menos há bolas de berlim.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=2447665
domingo, 29 de abril de 2012
O SNS é de todos, para todos... ou já não?
Apesar do respeito que o 'Não foi, mas podia ter sido...' tem pelo 'pai' do Serviço Nacional de Saúde (SNS), o que o senhor diz já não é novidade e deixa um bocadinho a desejar: "Os cortes que foram feitos podem - ou não - afectar a qualidade do SNS", "Cinquenta euros de taxa num hospital central são impeditivos para muitos cidadãos não isentos de ir ao SNS" ou "Há riscos, mas também há esperança, e eu acredito na capacidade de resistência dos portugueses", são frases que se contrariam, palavras que todos conhecem e afirmações que pouco afirmam.
Longe (1978) está o despacho ministerial - conhecido como o "Despacho Arnaut" - que abriu o
acesso aos serviços médico-sociais a todos os cidadãos,
independentemente da sua capacidade contributiva. Longe (1979) está a Lei que criou o Serviço
Nacional de Saúde, no âmbito do Ministério dos Assuntos Sociais,
enquanto instrumento do Estado para assegurar o direito à protecção da
saúde, nos termos da Constituição. Longe (1989) está a segunda revisão constitucional, estabelecendo que o direito à protecção da saúde é realizado
através de um SNS 'universal e geral e, tendo em conta as condições
económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito'.
Agora (2012), o Ministro da Saúde alerta para a falta de sustentabilidade financeira do SNS. António Arnaut refere que o papel de Paulo Macedo é garantir essa sustentabilidade, já que "ele é que é o ministro da Saúde".
Fonte:
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Jogadores do Leiria inspiram nova 'Revolução'
Milhares de portugueses vão seguir o exemplo do plantel do União de Leiria e rescindir contratos com as respectivas empresas.
Os jogadores do clube leiriense têm três meses de ordenados em atraso e consideram a situação insustentável. Muitos portugueses que pagaram para trabalhar nos últimos três, seis, doze ou ainda mais meses, que pedem ajuda aos bancos alimentares, que deixaram de ter uma casa para morar ou dinheiro para os filhos estudarem, sentem-se agora 'inspirados' e demitem-se em bloco das fábricas, lojas ou qualquer outro posto de trabalho.
É a segunda revolução de Abril. Esta com início no centro do país e que se prevê que estenda em dois sentidos: Norte e Sul. Porque no Interior... já ninguém tinha emprego mesmo...
Fonte:
quinta-feira, 26 de abril de 2012
A investigação continua...
'Está ali!'
'Não, não... está ali!'
'Olha lá bem para o olho: não é essa, é aquela ali ao fundo!'
'Talvez... pelo sim, pelo não, vou ligar à polícia!'
Este diálogo passa-se em Silves... Sevilha... Mónaco... Roma... Toulouse... Marraquexe... um pouco por toda a parte!
O ex-investigador da Polícia Judiciária mais conhecido de Portugal e arredores defende a reabertura do processo, tal como a polícia inglesa, mas não pelos mesmos motivos: "Eles andam a falar
em avistamentos, em visões de videntes. Foi
muita coisa produzida ao longo destes anos e bem produzida e portanto a
polícia
inglesa tem de remeter a bola para a polícia
portuguesa e nós ficamos com ónus e com a despesa de investigar".
Cinco anos depois, 'vai recomeçar o arraial'!
Fonte:
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Não foi (hoje), mas podia ter sido... ou foi mesmo?
Milhares de pessoas que se sentem enganadas, que procuram uma vida melhor e quem os 'conduza' da melhor forma, saíram dia 25 de Abril à rua.
Esta poderia ser a manchete de um qualquer jornal em 1974 ou em 2012. Com 38 anos de distância, o '25 de Abril' ou 'Dia da Liberdade' mantém o significado e liga as pessoas com os mesmos propósitos.
Sem fonte... apenas a realidade.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
O 'amuo' do senhor
Há um homem com um grande peso político em Portugal que amuou. Sim, é só mais um, mas este dá notícia.
Pela primeira vez em quase 40 anos de democracia, Mário Soares não vai
às cerimónias oficiais do 25 de Abril, em solidariedade com os militares
da Associação 25 de Abril. E eles não vão porque? Vasco Lourenço, presidente da Associação justifica que “a linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril”.
O mais engraçado é que em 38 anos que passaram desde a Revolução dos Cravos, Portugal pediu ajuda externa pela terceira vez, os portugueses vivem duros momentos de austeridade pela terceira vez e a Associação 25 de Abril não acredita que tenha lutado tanto por este país para o ver nestas condições pela... trigésima vez?
Mas 2012 é o primeiro ano em que a Associação não vai estar presente, em que Mário Soares fará notar a sua ausência e em que a Assembleia da República terá mais cadeiras vazias. Mas compreende-se... em ano de tantas dificuldades, a solidariedade é a palavra de ordem e o ex-Primeiro-Ministro e ex-Presidente da República está sempre na linha da frente. É uma espécie de Tyra Banks da política portuguesa: dita as tendências!
Fonte:
domingo, 22 de abril de 2012
Haja alguém
No meio da desgraça há sempre alguém que nos sustenta o optimismo. Já não havia mais margem para gente a levar o barco ao fundo. O 'podia ter sido' descobriu quem anda verdadeiramente a levantar-nos e a remar contra a maré. Investigamos a fundo, e percebemos que a há gente que se anda a esforçar para desembrulhar esta embrulhada. Há um povo que anda a lutar todos os dias em dobro para resolver isto.
Carlos César, presidente do PS Açores disse "deixa comigo!". Afirmou que eles dão conta do recado. Insistiu que eles estão lá para as curvas, para nos safar dos erros e das austeridades. "Nós, nos Açores estamos a compensar toda a desgraça que vai pelo país fora", rematou.
Depois destas declarações, nada temam leitores, temos alguém a lutar por nós. Obrigada!
Fonte:
http://www.tvi24.iol.pt/esta-e-boca/ps-carlos-cesar-acores-vasco-cordeiro-tvi24/1342767-4087.html
Carlos César, presidente do PS Açores disse "deixa comigo!". Afirmou que eles dão conta do recado. Insistiu que eles estão lá para as curvas, para nos safar dos erros e das austeridades. "Nós, nos Açores estamos a compensar toda a desgraça que vai pelo país fora", rematou.
Depois destas declarações, nada temam leitores, temos alguém a lutar por nós. Obrigada!
Fonte:
http://www.tvi24.iol.pt/esta-e-boca/ps-carlos-cesar-acores-vasco-cordeiro-tvi24/1342767-4087.html
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